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Se hoje é difícil publicar um livro e nem sempre tão fácil adquirí-lo, fico imaginando como que isso funcionava décadas atrás. Eu considero o livro um dos presentes mais bacanas de se ganhar. Fica a dica. Meu aniversário é em julho, rs. Ilustração de Adrianne Adams, em 1962.

A paciência e a fidelidade são virtudes para poucos. Encontrei a linda imagem aqui.
Tenho essa ilustração aqui desde 2005, talvez? Adoro. Encontrei ela por acaso na minha máquina. Costumo criar tags para as imagens que salvo e hoje estava procurando um arquivo com o nome “leve alguma coisa e encontrei este menino flutuando. Que delícia. Meu computador é cheio de surpresas assim. Apropósito, a Dea Martins foi quem criou essa camiseta aqui.
Imagens como estas fazem o tempo parar. Veja mais sobre o trabalho desta artista aqui.
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Quantos bichos será que a terra tem?
- Milhões, milhões muito mais de cem.
Eu sei que tem bicho de todo tamanho
E de tudo que é jeito
Tem uns que são muito terríveis
Tem outros que são imprevisíveis
Mas aqueles totalmente invisíveis
Eu nunca vi
Ou melhor, eu nunca tinha visto
Poque um dia antes de dormir eu ouvi um ruído
De bicho pequeno, miúdo, desses que a gente nem vê.
Ele voava mais não era pernilongo
Ele piscava mas não era vagalume
Nem formiga, pulga, carraparto, nem piolho
Mas dançava… o quê?
Sapateava, virava, fazia um pás dês Deus
Impressionante que fui chegando
Perto pra ver
Eu estava morrendo de medo
(será que ele morde?)
Ele era um bicho esquisito
Pequeno e miúdo e tão feio que só podia
Ser um desses micóbrios
Micóbrios?
(vai ver que é parente de cocodrilo.)
Mico… cro… cro…. cro…. bio
Era um micóbrio sim
Um bicho difícil até de enxergar
Com um calça blue jeans
Um bicho difícil até de explicar.
Meia de lã, um lenço de cetim
E de repente ficou olhando pra mim
Com uma cara de choro que dava dó
Sem falar no susto que eu levei
Quando ele abriu a boca e disse:
Ele me disse que ele era muito triste
E que dançava mesmo só pra aparecer
E era feio, careca, baixinho e muito barrigudo
E chorava… ave maria!
Soluçava, gemia
Inacreditável!
Tão inacreditável que fui ficando dsconfiado.
Opa!
Ele tava querendo me enganar
(será que ele queria me pegar?)
Ah! Então eu esmaguei o bicho num pirex
E deixei ele pregado na parede com uma
Fita durex
Fiquei com muita dúvida na escolha das imagens. São muitas e todas lindas.
Quem é ela: “Aconteceu de eu ser gente… Como se fosse coisa simples essa coisa de ser gente, Diferente de estrela Igual à Lua na iluminada falta de brilho. Apagando e acendendo. Lâmpada incandescente em tempo de Neon. Satélite do espaço vazio, orbitando em torno ao invisível Sol do fogo infinito. Vidro fingindo de cristal, Areia querendo gota d’água no desassossego do deserto.” – Veja mais aqui e aqui.
Nossa, eu estava sumida, não é mesmo? Tenho um motivo: estou em Curitiba, quase que de férias, visitando a minha família.
O post de hoje eu vi no blog da Ana vários dias atrás. Achei a cara da Nana. Não tive tempo de explorar para ver o que colocar aqui, somente agora estou com tempo para isso. Bem, na cozinha o ideal é não ter pressa, certo?

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